segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Apreciação Final

Após o final desta intensa formação, chegamos finalmente ao momento de reflexão final.
Esta formação, teve bons e maus momentos, que contribuíram para mais algumas certezas mas acrescentaram muitas angústias e incertezas.
As primeiras sessões foram algo complicadas e até mesmo desmotivadoras. Apesar de não ter problemas com a leitura de textos em Inglês, porque apesar de ter uma boa formação em Inglês, a leitura destes textos foi, de certa forma, um atraso na conclusão das tarefas. Apesar deste facto elas foram cumpridas sempre dentro do prazo.
Posso considerar que nestas primeiras sessões o mais importante foi “cumprir calendário”, pois não havia tempo para muito mais.
A partir da quarta sessão, em parte porque as tarefas eram mais interessantes, mas também porque não tínhamos que comentar trabalhos de colegas, as sessões passaram a fazer-se com mais facilidade.
As construções das tabelas e a análise de erros cometidos por outros, serviu para que tenha mais atenção na altura de preencher os instrumentos de avaliação da BE.
Esta formação serviu para conhecer melhor o MABE, e desta forma permite-me neste momento estar mais a vontade com o modelo, mas por outro lado levantou-me muitas questões quanto à exequibilidade do mesmo.
Este modelo é bastante burocratizado e bastante exigente em termos de preenchimento de papéis, mas espero conseguir levar este barco a bom porto.
Por outro lado, o facto de ter tão pouco tempo para a execução das tarefas foi algo limitador na execução das tarefas, até porque durante este período a vida familiar teve que ficar um pouco para segundo lugar.
Seria importante que as actividades tivessem um tempo maior de intervalo para que se pudesse ter mais atenção com as leituras a efectuar.
Apesar de todos os constrangimentos, posso considerar que a apreciação global foi positiva, pois serviu para “abrir os olhos” para o MABE.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Workshop)

Após a finalização de mais uma tarefa, por sinal a última..., posso considerear que de todas elas, esta foi a que me pareceu mais simples de executar, mas por outro lado permitiu verificar fragilidades importantes, e que devem a todo o custo ser evitadas na realização do relatório final de auto-avaliação.
Parece-me por isso muito importante tomar consciência dos erros cometidos por outros, para tentar desta forma não cometer os mesmos, para que o trabalho seja o mais benéfico possível.

A primeira acividade

Distinção entre descrição e avaliação


A segunda actividade

Distinção entre enunciados gerais e específicos




sábado, 5 de dezembro de 2009

O Modelo de Auto-Avaliação da BE - Metodologias de Operacionalização (Conclusão)

Esta pénúltima actividade desta formação, teve um impacto interessante na noção que se tem vindo a formar sobre o MABE.
A análise de relatórios da IGE de outras realidades que não a nossa, fizeram com se tivesse uma percepção diferente da forma como as diversas escolas vêem a BE.
As várias realidades analisadas levam-nos a pensar que ainda existe um grande caminho a percorrer para que se possa chegar a um ponto minimamente aceitável, do que deve ser a BE e a sua acção dentro de uma escola / agrupamento.
Se tivessemos mais tempo para nos debruçar-mos sobre este assunto, seria muito interessante analisar um grande conjunto de relatórios da IGE, para assim tentar encontrar escolas onde a BE seja um local importante para a vida da escola.

O trabalho da sessão

Reflexão crítica




O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)

A análise concreta de um domínio do modelo de auto-avaliação, foi um exercício de antevisão da dificuldade que será, no final do ano lectivo, o preenchimento de todos estes instrumentos.
Contudo, este exercício permitiu ter já uma primeira noção do que será necessário recolher, a nível de evidências, por forma a facilitar o preenchimento.
Serviu ainda para verificar que os instrumentos existentes para as recolhas de evidências, em alguns casos, não são os mais adequados, sendo por isso necessário proceder a algumas alterações, para que sejam mais eficientes e focarem apenas os pontos que são realmente importantes.

O trabalho da sessão
Tabela Dominio D1
2ª parte do trabalho

Acções futuras




O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte I)

A análise profunda feita ao domínio escolhido, fez com que ficasse com uma ideia mais concreta da dificuldade que vai ser a implementação deste tipo de modelo de auto-avaliação.
Mas por outro lado fez com que ganha-se mais motivação para trabalhar mais e melhor em prol de uma biblioteca de excelência, ou pelo menos, de trabalhar no sentido de atingir o melhor patamar possível, uma vez que a excelência só está ao alcance de alguns, poucos, iluminados.
Penso que uma análise mais profunda dos outros domínios será também importante mas, a falta de tempo é um factor impeditivo para tal tarefa, que se avizinha hercúlea.

Trabalho da sessão
Trabalho da sessão 4



O Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares em contexto de Escola/Agrupamento

A realização desta actividade fez com que ficasse com uma noção mais precisa sobre qual o papel que o professor bibliotecário deve ter na sua acção quotidiana, e de que forma a sua acção e a sua liderança podem influenciar o sucesso ou insucesso da sua BE.
Fiquei ainda com a noção que se os provessos de comunicação com a escola não forem os mais adequados, não será possível conseguir fazer passar a mensagem que se pretende com a criação da figura do professor bibliotecário.
A forma como a BE pode influenciar positivamente a auto-avaliação da escola, ficaram também mais claros.

O trabalho da sessão

Trabalho da sessão 3

Comentário ao trabalho da colega

Comentário ao trabalho da colega Maria Madalena Azevedo




sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Modelo de Auto- Avaliação. Problemáticas e conceitos implicados

A análise do modelo de auto-avaliação deveria, na minha opinião, ser feita com mais profundidade e com um maior tempo para o analisar.
Este tipo de análise tambem teria algum benefício se fosse feito em grupo, onde cada um contribuiria com os seus conhecimentos e opiniões.

O trabalho da sessão

Trabalho da sessão 2

Comentário ao trabalho de colegas

Comentário ao trabalho da colega Ana Isabel Ribeiro




sábado, 31 de outubro de 2009

A biblioteca escolar. Desafios e oportunidades no contexto da mudança.

Relativamente a esta primeira sessão on-line, considero que a tarefa foi importante e interessante pois permitiu-nos fazer uma introspecção sobre a nossa biblioteca, ou melhor, sobre o conhecimento que tinhamos da nossa biblioteca.
Era certamente uma tarefa que mereceria um trabalho mais profundo e mais alargado no tempo, mas isso, infelizmente, é algo que não abunda, pois não podemos discurar o trabalho na nossa biblioteca.
Apesar de para mim pessoalmente, o inglês não ser um entrave para a realização desta actividade, a leitura de textos técnicos, ainda por cima com a extensão dos que foram apresentados, requeria um tempo maior para a leitura e análise detalhada dos mesmos.
Mesmo assim, e apesar de todos os constrangimentos inerentes, julgo que a tarefa foi conseguida, e fiquei a conhecer um pouco melhor, a relidade de outras bibliotecas, com a análise, apesar de superficial, dos trabalhos de outros colegas.

Até para a semana.

Em seguida o documento da sessão:

Trabalho da sessão 1

E o comentário crítico ao trabalho da colega

Comentário Crítico ao trabalho da colega Fernanda Freitas




terça-feira, 20 de outubro de 2009

1ª Sessão Presencial

Esta primeira sessão foi um pouco repetitiva para mim, pois tudo o que se relacionava com a plataformma moodle, j+a dominava por completo pelo facto de ser administrador de uma plataforma.
Contudo a sessão foi útil pela partilha de experiências.